A história dos chapéus

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O Victoria and Albert Museum em Londres preparou a mostra “Antologia de Chapéus” em parceria com o chapeleiro Stephen Jones – um dos preferidos de John Galliano e Vivienne Westwood – para estudar e apresentar a história e o desenvolvimento desse acessório ao longo dos últimos 17 séculos.

A exposição é dividida em quatro temas e tem exemplares originais vindos de várias partes do mundo. A seção “Inspiration” aborda fontes de inspiração como o exotismo e o mundo natural; “Creation” explora técnicas, materiais e processos criativos; “The Salon” foca o comércio de chapéus; e “The Clients” examina a maneira de usá-los, com modelos que já adornaram as cabeças de Audrey Hepburn, Isabella Blow, Anna Piaggi e Dita von Teese.

Para quem não pode conferir a exposição de perto, o site oficial do V&A Museum é uma boa alternativa. Bem completo, tem imagens detalhadas e informações como origem, data e material de fabricação de vários chapéus, além de mini-documentário com o chapeleiro Stephen Jones e um vídeo mostrando o trabalhoso processo de fabricação manual de um chapéu. Além disso, na seção “My Beautiful Paper Hat” do site, é possível fazer o download das instruções para criar o seu próprio chapéu de papel, em modelo assinado por Stephen Jones. Quem quiser ainda pode se juntar ao grupo de compartilhamento de imagens do site e exibir seus dotes chapeleiros ao mundo! Vale a pena, não?

Abaixo, algumas imagens de chapéus que fazem parte da exposição:
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Fotos: Reprodução

Sobre L. Borges

Blogueiro ligado em moda e estilo e jornalista nas horas vagas (RSSSSS). A idéia de criar e manter um blog de moda, O "The Fashion View" remete a um projeto da época do curso de jornalismo na faculdade de comunicação social e através dele tenho um canal através do qual posso expressar, livre e independentemente, minhas idéias e impressões acerca de diversos assuntos relacionados ao universo da MODA e que são de meu interesse. Como profissional especializado no meio, vejo e admiro a moda como uma forma incrível de comunicação não verbal que, no atual contexto da chamada pós-modernidade, tornou-se mais do que nunca capaz de revelar gostos, sensações, sexualidade, atitude, personalidade, poder, enfim, a nossa própria identidade, afinal, quem foi que disse que moda diz respeito apenas a roupas e a futilidades?!?

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