Especializada em livros luxuosos, verdadeiros itens de colecionadores, a editora Assouline lançou “The Impossible Collection of Fashion“, publicação na qual estão listados os 100 vestidos mais icônicos do século XX. A seleção dos looks foi feita por Valerie Steele, curadora do museu do Fashion Institute of Technology, que certamente teve muito trabalho para selecionar os 100 vestidos entre peças assinadas pela Balenciaga, Christian Dior, Valentino, John Galliano e Rei Kawakubo, entre outros.
O livro conta com 144 páginas impressas em alta qualidade e com riqueza de detalhes acerca de cada um dos looks escolhidos, onde podem ser vistos os trabalhos de bordados, drapeados, rendas etc. O preço da publicação também faz juz a sua pompa e riqueza. “The Impossible Collection of Fashion” pode ser adquirido pela “bagatela” de US$ 650 (ui!).
Abaixo alguns dos vestidos selecionados para a publicação:
Vestido Yves Saint Laurent de 1959. É feito em tule bordado com lantejoulas prateadas. Foi usado por Audrey Hepburn em foto assinada por Richard Avedon.
John Galliano foi o criador do modelo acima em 1997 para a maison Dior. Inspirado nos corsets que os guerreios da tribo Dinka usavam e na silhueta da Belle Époque, Galliano merece estar entre os criadores dos 100 vestidos mais icônicos do século XX.
Mais uma criação assinada por Galliano para a Dior Couture, 2000. Trata-se de um vestido longo de tule com tafetá de seda pintrado a mão. O vestido faz parte de uma coleção que Galliano afirmou ser inspirado na vestimenta dos sem-teto franceses.
Rei Kawakubo para Comme des Garçons, em 1997, uma das designers que merecidamente está entre os estilistas que tiveram criações escolhidas para compor o livro, criou esse vestido branco com enchimento o qual faz parte de uma coleção que causou muita controvérsia entre os críticos que afirmaram que os alcochoados deformavam o corpo da mulher. Essa forma “diferente” de conceber a vestimenta que cobre o corpo feminino é, aliás, uma das marcas mais conhecidas das criações de Kawakubo.
Na imagem à direita, um autêntico Dior de 1947, uma das peças mais representativas da estética New Look que marcou o pós-guerra. O conjunto é composto por paletó de seda e saia de lã.

































